terça-feira, 15 de março de 2011

Destruição

Que tristeza essa onda de catástrofes a assolar o Japão.E está complicado calcular realmente a dimensão dos problemas lá encontrados..Deve ser sinal do fim ..Isso me fez lembrar de Hiroshima ,aquela tragédia que os EUA mandaram para o país do Sol Nascente,tantas vítimas em nome de uma guerra,em nome de se manter acima de todos,como puderam fazer isso ,será que sabiam realmente a profundidade do que estavam fazendo??Esse post é para sensibilizar e lembrar de todas as vítimas de catástrofes e lamentar aos que sofreram há cerca de 65 anos com a Bomba atômica na 2ª guerra.E não posso deixar de lembrar do Acidente de Chernobyl que até hoje traz sérios problemas.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Mulheres de 30

Tome a mesma moça aos 20 e aos 30 anos. No segundo momento ela será umas sete ou oito vezes mais interessante, sedutora e irresistível do que no primeiro..."

De uns dias pra cá ando com umas crises existenciais..Isso é culpa de fazer 30 anos (na verdade já estou com 33)..Uma vez escutei que a idade decadente da mulher é após os 25 anos..Que Tolice..Olhando pra citação bem acima acho que não devo me preocupar.Fazer 30 anos não é tão ruim assim,com o tempo temos orgulho dos nossos conflitos,não somos tão piegas como aos 16 anos que qualquer comentário inadequado nos deixava a pior pessoa do mundo,a segurança tende a fa

zer parte do nosso universo,somos exigentes,não faz parte aquele ar ingênuo e só nos interessa é melhorar o que já temos de melhor principalmente a nossa mente e não importa mais a opinião alheia como antes.Viva os 30!

domingo, 30 de janeiro de 2011

Ferveção!!

Pra constar que hoje está um lindo dia e cada vez mais quente..Praias lotadas e eu aqui decidindo se irei à praia ou não..Poderia ficar em casa relaxando ou ir a um lugar com aglomeração máxima,farofeiros de plantão e pessoas sem noção..Bom ainda terei um tempinho para me decidir se essa vai ser uma boa alternativa para o meu domingão!!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Mente fecunda

Mente fecunda

Faz tempo que não postava nada..Muitas coisas aconteceram,novo emprego,mudanças na vida afetiva..E estou um pouco sentimental..Meu lindo irmãozinho vai se casar,é ele passou a perna na irmã mais velha e está se preparando para juntar os seus trapinhos e eu me tornar uma irmã abandonada..Snif!! Não sabia que seria tão difícil ,parece que vem um filme na cabeça e vc lembra de tantas passagens,da infância,de brigas,de tantas noites acordados juntos conversando..Sei estou meio piegas e cafona falando dessas coisas mas é a pura verdade.Toda fase de rompimento,de mudança de rotina é muito complicada mas faz parte né!

sábado, 11 de julho de 2009

RHODIA 2!!


Dossiê Rhodia
De todas as agressões sofridas pela natureza e pelo homem, ao longo da história do Brasil, nenhuma foi mais completa e abrangente que a cometida pelas indústrias que se instalaram no pólo petroquímico e siderúrgico de Cubatão.
Entre as indústrias poluidoras deste pólo, a Rhodia - subsidiária da multinacional Rhône-Poulenc, conseguiu a performance mais ampla, persistente e criminosa.
Há três décadas(1965 - 1995) que os grupos franceses Progil e Rhône-Poulenc são responsáveis por uma intensa poluição química de organoclorados, em toda a Baixada Santista, com a sequela brutal de doenças e mortes.


Os antecedentes catastróficos e as consequências da poluição química por organoclorados tiveram repercussão internacional nos meios científicos e na mídia.
A partir deles iniciou-se profunda investigação sobre os impactos causados à saúde humana e ao meio ambiente. Foram divulgados centenas de estudos e pesquisas. Houve a proibição de produção de uma série de organoclorados em diversos países do mundo, a partir da década de setenta. Não há qualquer possibilidade de que os executivos e pesquisadores da Rhône-Poulenc, uma das gigantes entre as multinacionais do setor químico, desconhecessem os riscos aos quais ela estava expondo os seus trabalhadores e a população da Baixada Santista, despejando resíduos químicos organoclorados de forma inadequada e criminosa.
Com toda a certeza a Progil, a Clorogil, a Rhône-Poulenc e a Rhodia sabiam.
A degradação ambiental provocada por estas multinacionais foi tão catastrófica quanto as tragédias ocorridas na Turquia(1954 -1959); no Love Canal, nos Estados Unidos(1940 - 1950); em Seveso, na Itália(julho de 1976); e na guerra do Vietnã(1962 -1970).

Turquia (1954 - 1959)

Na Turquia, grãos de trigo tratados com o fungicida à base de hexaclorobenzeno - HCB - para servirem como sementes, foram utilizados inadvertidamente como alimento, por aproximadamente 4 mil pessoas. O consumo da farinha de trigo contaminada pelo HCB, durante anos seguidos, deu origem à epidemia da doença que ficou conhecida como Porfiria Turca.
Em muitos vilarejos atingidos pela epidemia, quase todas as crianças menores de dois anos, contaminadas através da placenta ou do leite materno, apresentaram lesões graves e morreram.
Após o episódio houve um acréscimo significativo nos índices de mortalidade da população exposta ao alimento contaminado.
Depois de vinte e cinco anos ainda persistiam os sinais e sintomas da Porfiria Turca, como lesões hepáticas, manchas cutâneas, artrites, cólicas.

Rhodia despejou na Baixada Santista toneladas de resíduos químicos organoclorados, comprometendo de forma irreversível um meio ambiente rico e biodiversificado, formado pelo estuário, manguezais, restingas, complexo florestal atlântico, ecossistemas afins e integrados.
A Rhodia contaminou áreas de preservação de mananciais, rios estratégicos para o abastecimento futuro dos municípios da região, o solo e o lençol freático de áreas fundamentais para a expansão econômica da região - como a área continental de São Vicente.
Marijane Vieira Lisboa, do Greenpeace, em audiência pública à Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmera Federal afirmou: "É um quadro de extrema degradação, de catástrofe ambiental. Pelo conhecimento que tenho, enquanto Greenpeace, podemos afirmar que não há caso idêntico no mundo. É considerado o caso mais grave. São 12 mil toneladas de resíduos seguramente despejados no meio ambiente. Outro caso mais grave que conhecemos é o dos Grandes Lagos, nos Estados Unidos, com cerca de 2 mil toneladas".
"Gostaria de lembrar que essas 12 mil toneladas são uma estimativa mínima feita pela Cetesb quando se instruiu a Ação Civil Pública. Baseando-se no fato de que durante dois anos foi essa a média de resíduos que a Rhodia deve obrigatoriamente ter produzido e, portanto, ter despejado no meio ambiente. Já que para esses dois anos (1976/1978) existem provas que a Rhodia assinou contratos com empresas transportadoras para jogar os resíduos na região. Ou seja, podemos estar tratando não de 12 mil toneladas, mas de 40, 60 mil toneladas, não sabemos quanto. Porque entre 1978 e 1985, quando a Cetesb exigiu que a Rhodia parasse de jogar esses resíduos, passaram-se oito anos. O que a Rhodia fez com estes resíduos nós não sabemos".
Segundo Luiz Carlos de Medeiros, então assessor de imprensa da Rhodia, só as 2 mil e 700 toneladas de resíduos, despejados em Samaritá, ao entrar em contato com a areia contaminaram um volume de 50 a 70 mil toneladas.
E as outras presumíveis 10 mil toneladas, contaminaram que volume?
O volume de solo e areia contaminados é incalculável. Assessores especiais do então Secretário do Meio Ambiente José Lutzemberg - Sebastião Pinheiro e Jairo Restrepo, avaliam este volume em mais de 300 mil toneladas.



3.2. 1965 - Rodovia Piaçaguera, km 4, Cubatão



A Clorogil S/A . - Indústria Química foi constituída em 1965. Era uma sociedade formada paritariamente pela Progil - Socyeté Anonyme - Paris, França; e pela Carbocloro S/A . Indústria Química - São Paulo - Brasil.
A fábrica da Clorogil, localizada no km 4 da Rodovia Piaçaguera, em Cubatão, iniciou suas operações em 1966 produzindo solventes e fungicidas clorados.
Os fungicidas são produzidos a partir do cloro, fenol (originando-se destes o pentaclorofenol) e soda cáustica, sendo o fungicida pentaclorofenato de sódio conhecido como "pó-da-china". Em sua produção surgem inúmeros contaminantes. Entre os mais agressivos e letais ao ser humano estão o dibenzo dioxinas policloradas e os policlorados dibenzofuranos. O sub-produto indicativo da contaminação, pelo volume gerado e por suas características, é o hexaclorobenzeno - HCB.
Os resíduos industriais perigosos gerados pela produção da primeira unidade química da Clorogil foram dispostos de forma inadequada e criminosa na área da própria fábrica, além de outros locais desconhecidos ao longo de toda a Baixada Santista. A controvérsia nasce do volume de "lixo químico" que ficou na área da fábrica e de quanto volume foi para os "lixões" que começavam a se formar.
A questão da responsabilidade pelo descarte perigoso continua em discussão.
Alguns trabalhadores da Rhodia afirmam que a Clorogil nunca despejou um quilo de resíduo químico fora da fábrica. O testemunho de José Nepomuceno Teixeira dos Santos, com dezoito anos de Rhodia é categórico: "Conheço a Rhodia desde 1977. Vi quando foram jogados os resíduos. Até 77 esta firma (Clorogil) não jogou um quilo de veneno fora. Ela passou a jogar a partir de 1977, já como Rhodia. Quando ela acusa a Clorogil também não é verdade porque a Clorogil nunca jogou. Isto era feito em transporte da unidade situada dentro da Carbocloro, posta dentro de caçambas, onde seriam jogados em Samaritá, no Quarentenário e em outros lugares por aí. Mas isso tudo a partir de 1977, porque até meados de 1977 esses resíduos eram depositados dentro do terreno da própria Rhodia" (Audiência Pública - ALESP - 24/03/93) .



Isso não pode ficar assim!!!

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Feriado

Hoje é feriado por aqui e eu cá estou sem nada pra fazer..Estava trabalhando em uma financeira que estava a ponto de fechar as portas,e estou agora sem emprego,recebendo aquele "sonho" pela 1ª vez ,o tal do seguro-desemprego..Agora também já formada (e faz tempo) me vejo ás voltas com o ócio,preciso desenvolver mil coisas mas e por onde começar? Na era da globalização temos tantas alternativas e ao mesmo tempo a estagnação insiste em nos acompanhar..